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Buscas por desaparecidos pelo tufão "Wipha" continuam no Japão

Internacional|Do R7

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Tóquio, 17 out (EFE).- Mais de mil efetivos de policiais e bombeiros continuam nesta quinta-feira os trabalhos de busca de mais de 30 de desaparecidos pelo tufão "Wipha", que atingiu o Japão ontem e causou a morte de 18 pessoas devido aos fortes ventos e chuvas. A maioria das vítimas e dos desaparecidos foi na pequena ilha de Izu Oshima, situada a pouco mais de 100 quilômetros de Tóquio, onde um grupo trabalha para identificar às 17 pessoas que morreram ali. As autoridades da ilha de 8 mil habitantes estimaram hoje em 280 as casas afetadas, principalmente por deslizamentos de terra causados pelas chuvas intensas na região, com mais de 122,5 milímetros por hora. Nesse sentido, o prefeito de Oshima, Masafumi Kawashima, reconheceu que não foi emitido nenhum aviso ou ordem de evacuação para os moradores, o que poderia ter salvado algumas vidas. Kawashima, que estava fora da ilha quando aconteceram as inundações, pediu perdão e explicou que havia "subestimado" a magnitude do desastre. As fortes chuvas causaram o desabamento de uma enorme encosta no alto do Monte Mihara, no extremo ocidental da ilha, que foi seguido por uma onda de água e barro que arrasou praticamente tudo que estava pelo caminho no distrito de Motomachi, o maior de Izu Oshima. O ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, reconheceu hoje que o Executivo tem que revisar os atuais parâmetros para emissão de avisos de evacuação. Apesar de o tufão Wipha, o 26º da temporada, não ter tocado a terra em nenhuma das quatro ilhas mais povoadas do Japão, afetou 16 Prefeituras em todo o país, inundando casas e provocado cortes de eletricidade e deslizamentos de terra. EFE raa/rpr (foto)

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