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Cheias em Moçambique matam ao menos 36 e afetam milhares de pessoas

ONGs tentam se organizar para ajudar a população afetada pelas inundações

Internacional|Do R7

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Pelo menos 36 pessoas morreram em Moçambique em inundações que também provocaram o deslocamento de dezenas de milhares de pessoas desde meados de janeiro, segundo os serviços das Nações Unidas neste país africano.

Segundo as fontes, as inundações continuavam devastando nesta sexta-feira (25) os vales do sul do país. O governo e várias ONGs tentam se organizar para ajudar a população afetada pelas inundações.


"Um total de 26 pessoas morreram só em Gaza", a província mais afetada, fazendo "o balanço de mortos em todo o país chegar a 36", informou em um comunicado as Nações Unidas em Moçambique.

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As inundações foram originalmente causadas por chuvas torrenciais na África do Sul e no Zimbábue, que desencadearam a cheia no rio Limpopo, que desemboca na costa moçambicana.


Na cidade costeira de Xai Xai, na desembocadura do Limpopo, cheias de até oito metros eram aguardadas esta sexta-feira.

"A água está chegando à cidade. Isto é apenas o começo. Algumas ruas da parte baixa da cidade já estão debaixo d'água", afirmou o porta-voz governamental, João Carlos.


Equipes de socorro se esforçam agora para fazer chegar comida e água potável aos deslocados - as Nações Unidas calculam que haja 85 mil afetados pelas inundações - em uma corrida contra o relógio contra a cólera e a malária, que podem afetar especialmente as pessoas mais vulneráveis, como as crianças.

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