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‘China deseja uma solução diplomática’ para o conflito entre EUA e Irã, afirma especialista

Durante encontro com Xi, Trump afirmou que Washington e Pequim estão alinhados em relação à guerra no Oriente Médio

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump e Xi Jinping afirmam estarem alinhados quanto à situação no Irã.
  • A China expressou frustração com o conflito no Oriente Médio e deseja uma solução diplomática.
  • Trump considera suspender sanções a empresas chinesas que compram petróleo iraniano.
  • Especialista destaca que a China não pode permitir que o Irã se torne um aliado dos EUA.

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Durante encontro com Xi Jinping nesta sexta-feira (15), o líder americano Donald Trump afirmou que os Estados Unidos e a China estão alinhados em relação ao Irã. Segundo o republicano, Xi concordou que Teerã deve reabrir o estreito de Ormuz.

O presidente chinês não comentou as reuniões com Trump sobre o assunto. No entanto, o ministério das Relações Exteriores do país asiático emitiu uma declaração expressando a frustração de Pequim com o conflito. De acordo com o comunicado, a guerra nunca deveria ter acontecido e não tem razão para continuar.


Donald Trump e Xi Jinping apertam as mãos diante de bandeiras dos Estados Unidos e da China
Segundo Trump, Xi concordou que o Irã deve reabrir o estreito de Ormuz Reprodução/Record News

Donald Trump ainda afirmou que está considerando a possibilidade de suspender as sanções impostas por Washington às empresas petrolíferas chinesas que compram petróleo iraniano. Apesar das declarações, Pequim não deu indícios de que pode usar a influência sobre o Irã para pôr fim ao conflito.

Em entrevista ao Conexão Record News, Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional, afirma que “a China deseja uma solução diplomática para um problema que existe e que ela tem consciência de que pode afetá-la”.


Cabral ressalta, no entanto, que, apesar de ter negado o fornecimento de material, Pequim enviou ao menos uma bateria, radares e mísseis antinavio hipersônicos ao país persa.

“Ela [China] não pode permitir que o Irã se torne um aliado americano. Essa é uma questão geoestratégica. O problema do Trump é fazer isso sem fazer um novo ataque. E é o que eu acho extremamente difícil. Há uma pressão muito grande, inclusive do eleitorado americano, que tem uma percepção de derrota, pelo menos uma derrota estratégica, porque não resolveu o problema”, explica.

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