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EUA ‘dão corretivo’ no presidente de Cuba, que comanda ditadura dos irmãos Fidel e Raúl Castro

Ação contra Miguel Díaz-Canel é a mais recente de Washington para intensificar a pressão sobre os líderes comunistas da ilha do Caribe

Reuters

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os EUA impuseram sanções ao presidente cubano Miguel Díaz-Canel e a outras pessoas e entidades afiliadas.
  • As sanções visam aumentar a pressão sobre os líderes comunistas de Cuba.
  • Díaz-Canel assumiu a presidência de Cuba em 2018, sucedendo Raúl Castro.
  • O governo dos EUA já havia sancionado outras autoridades cubanas e acusou Raúl Castro de envolvimento em um incidente de 1996.

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Presidente de Cuba com bandeira do país nas mãos
Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, sofreu revés, informou Tesouro dos Estados Unidos Norlys Perez/Reuters – 16.04.2026

Os Estados Unidos impuseram nesta quinta-feira (4) sanções ao presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e a algumas pessoas e entidades afiliadas, segundo o site do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

O governo cubano não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre as sanções, que também visavam outras quatro pessoas e cinco entidades, incluindo o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.


Díaz-Canel, 66 anos, é presidente do país caribenho desde que assumiu o cargo no lugar de Raúl Castro, irmão do ex-líder cubano Fidel Castro, em 2018.

A ação desta quinta-feira contra Díaz-Canel é a mais recente de Washington para intensificar a pressão sobre os líderes comunistas da ilha.


As sanções foram anunciadas enquanto o presidente Donald Trump disse aos repórteres que Cuba era uma “nação falida” e que os EUA queriam que o país fosse “bem administrado”.

No mês passado, o governo dos EUA impôs sanções a 11 autoridades cubanas, incluindo o ministro das Comunicações do país, vários líderes militares e sua principal agência de inteligência.


Os EUA também acusaram Raúl Castro de assassinato por seu suposto envolvimento em um incidente de 1996, no qual jatos cubanos derrubaram aviões operados por um grupo de exilados cubanos.

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