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‘Congresso americano não está dócil com a guerra do Irã’, aponta professor

Alto funcionário do governo Trump afirma que o cessar-fogo entre EUA e Irã ‘encerrou’ hostilidades entre os países

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alto funcionário do governo Trump afirma que cessar-fogo encerrou hostilidades entre EUA e Irã.
  • Prazo para o Congresso norte-americano decidir sobre poderes de guerra expirou sem novos argumentos.
  • Professor Leonardo Trevisan destaca que a Câmara dos Deputados não está favorável à guerra no Irã.
  • A guerra continua no Irã, mesmo com a suspensão de bombardeios, e futuras decisões devem ser tomadas pela Justiça.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo anúncio feito por um funcionário de alto escalão do governo do presidente Donald Trump, o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, iniciado no começo de abril, “encerrou” as hostilidades entre os dois lados para fins de prazo final do Congresso americano para a resolução sobre poderes de guerra.


O republicano tinha até esta sexta-feira (1º) para encerrar a guerra com o país persa ou apresentar ao Congresso argumentos para estender o conflito, mas era muito provável que a data passasse sem alterar o curso da guerra.

Donald Trump em púlpito na Casa Branca, com bandeiras dos EUA ao fundo
Trump tinha até esta sexta (1º) para encerrar conflito ou apresentar argumentos para estendê-lo Reprodução/Record News

De acordo com a autoridade, “para efeitos da resolução sobre poderes de guerra, as hostilidades que começaram no sábado, 28 de fevereiro, terminaram”. Ele afirmou ainda que não houve troca de tiros entre as Forças Armadas de Washington e de Teerã desde o início da trégua, há mais de três semanas.


Em entrevista ao Conexão Record News, Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, afirma que “o maior problema nessa questão é a indossilidade. O Congresso americano não está dócil com a guerra do Irã”.

Segundo ele, apesar de mais da metade da Câmara apoiar o republicano, a diferença é pequena e basta poucos deputados mudarem de ideia, após pressão das bases, para virar a votação.


Além disso, Trevisan aponta que o conflito no Oriente Médio continua, mesmo após as declarações de que os ataques foram interrompidos em 8 de abril. “Não teve mais bombardeio, mas a guerra continuou. É claro que isso vai ter que ser decidido mais uma vez pela Justiça”, completa.

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