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Conselho Eleitoral encerra preparativos das eleições presidenciais no Equador

Internacional|Do R7

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Quito, 16 fev (EFE).- O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do Equador finalizou neste sábado os últimos detalhes para as eleições que serão realizadas amanhã, nas quais oito candidatos disputarão a Presidência do país, assim como a representação na Legislatura. Em colaboração com as autoridades, o CNE conseguiu preparar os colégios eleitorais para o pleito que será iniciado às 10h (de Brasília) e que está precedido por um período de reflexão cidadã e silêncio de proselitismo político público, o qual foi iniciado ontem depois que a campanha eleitoral, iniciada no dia 4 de janeiro, foi encerrada na ultima quinta-feira. Cerca de 11,6 milhões de equatorianos, de dentro e de fora do país, estão convocados para estas eleições, as quais contarão com um contingente de segurança formado por 76 mil policiais e militares. Por conta deste grande número, as eleições de amanhã poderão se transformar na mais segura da história do país, já que operacional em andamento envolve, entre outros, o Ministério Coordenador de Segurança, o de Defesa e o do Interior. Após um mês de dedicação ao proselitismo eleitoral, o presidente Rafael Correa, que aparece como um candidato a reeleição, retomou ontem suas atividades presidenciais, as quais estava sob o comando de seu vice-presidente, Lenín Moreno. Neste sábado, de acordo com sua agenda, Correa terá uma reunião com o emir do Catar, Hamad bin Jalifa Al Zani, para assinar convênios de cooperação em diferentes campos. Além da candidatura de Correa à Presidência, também aparecem o ex-banqueiro Guillermo Lasso, o ex-presidente Lúcio Gutiérrez, o ex-ministro Alberto Acosta, o empresário bananeiro Álvaro Noboa, o pastor evangélico Nelson Zavala, o ex-vereador Norman Wray e o doutor em jurisprudência, Mauricio Rodas. No Equador, assim como no Brasil, o voto é obrigatório para os maiores de 18 anos e menores de 65 anos - com algumas exceções -, e opcional para os equatorianos entre 16 e 18 anos, os que vivem no exterior e os integrantes das Forças Armadas e da Polícia Nacional. Para os maiores de 65 anos, os estrangeiros que tenham vivido legalmente no país durante cinco anos e as pessoas com incapacidade, o voto também é opcional. Além do contingente de segurança, as eleições, que terão as suas urnas fechadas dez horas depois da abertura, estarão vigiadas por cerca de 320 observadores internacionais de organismos como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a União de Nações Sul-americanas (Unasul). EFE sm/fk (foto)

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