Dinâmica da guerra no Irã não evidencia Teerã implorando por um acordo, analisa especialista
Donald Trump afirmou que líderes iranianos pediam por consenso entre os países para o fim da guerra; entenda
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos poderiam atacar o Irã novamente, após o governante suspender ofensivas programadas contra o país. Segundo o líder norte-americano, ele estava a uma hora de ordenar que um novo embate se iniciasse enquanto os líderes iranianos “imploravam por um acordo”.
Apesar de os ataques não terem acontecido, Trump alertou que mais ofensivas podem sim acontecer se as negociações para o fim da guerra não avançarem. Mas tal ameaça não surtiu o efeito desejado, já que, em resposta ao comunicado do presidente norte-americano, o Irã prometeu que expandiria o conflito para além do Oriente Médio caso os Estados Unidos se movimentassem para novos embates.
Veja Também
Com a última proposta iraniana, com exigências de controle do estreito de Ormuz e a suspensão de sanções, recusada por Trump, e os recentes alertas do governo estadunidense, o presidente do Parlamento do Irã e o principal negociador do país acusaram os Estados Unidos de buscarem uma nova guerra. Com isso, a Guarda Revolucionária comunicou que sua expansão aos ataques teria como objetivo atingir países que abrigam bases norte-americanas.
“A dinâmica da guerra tem nos mostrado que Teerã está muito longe de implorar por um acordo com os Estados Unidos e Israel [...] Eu acho impossível que um acordo seja conquistado sem que algumas questões que estão na pauta, principalmente do Irã, sejam atendidas”, explicou o especialista da Universidade Federal Fluminense, Lier Ferreira, em entrevista ao Conexão Record News.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!








