Em meio à crise energética, venezuelanos precisam cozinhar no escuro e enfrentar calor
Governo não consegue assegurar pagamentos a fornecedores; país opera com apenas 40% de sua capacidade energética
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Cidades na Venezuela têm sofrido com apagões e oscilações de energia devido à crise energética que atinge o país. Garantir eletricidade estável está entre as principais prioridades da presidente interina Delcy Rodríguez, mas o governo não consegue assegurar pagamentos pontuais a fornecedores de setores-chave.
Em meio à escassez de recursos, apenas 40% da capacidade de geração de energia do país está disponível.
“Queremos dormir bem, descansar, e não temos a tranquilidade para poder descansar com toda a normalidade. Como qualquer ser humano do primeiro mundo, segundo mundo, terceiro mundo, seja como quisermos dizer, não temos essa tranquilidade”, diz um morador de Maracaibo.
No oeste venezuelano, cozinhar no escuro e conviver com o calor tornaram-se parte da realidade.
Apenas no primeiro trimestre, 35 grandes apagões foram registrados, em comparação com uma média histórica de 3 a 5 eventos por ano. Ao menos US$ 15 bilhões são necessários para reparar a rede elétrica em um plano de estabilização de 13 anos. Segundo especialistas, roubos e uso indevido de peças de reposição também contribuem para os problemas de infraestrutura.
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