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Escondido debaixo da cama, menino de 6 anos escapa de chacina que vitimou sua família

Criança sobreviveu enquanto familiares eram executados; músico Jonathan Meléndez, da banda Camilo Séptimo, está entre as vítimas

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um menino de 6 anos sobreviveu a uma chacina ao se esconder debaixo da cama em Atizapán de Zaragoza, México.
  • As vítimas incluíram o músico Jonathan Meléndez, sua esposa grávida Ana Paula Barragán, sua filha Sofi de 3 anos, e a babá da família.
  • O crime foi cometido por Diego Sebastián Rosen Ferlini, supostamente motivado por uma dívida de R$ 92 mil com Jonathan.
  • A banda Camilo Séptimo lamentou a perda de Jonathan, lembrando-o com amor e gratidão.

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Jonathan Meléndez e sua mulher, Ana, e, à direita, os suspeitos de terem matado a ambos
Jonathan Meléndez e sua mulher, Ana, e, à direita, os suspeitos de terem matado a ambos Reprodução/Instagram Divulgação/Fiscalia Cidade de México

Um menino de apenas 6 anos foi o único sobrevivente de uma chacina ocorrida em uma cobertura de luxo em Atizapán de Zaragoza, região nobre nos arredores da Cidade do México.

A criança, que conseguiu escapar da morte ao se esconder debaixo da cama, foi encontrada ilesa pela polícia após o massacre.


Entre as vítimas estão o músico Jonathan Meléndez, tecladista da banda de rock Camilo Séptimo, sua mulher Ana Paula Barragán, que estava grávida, a filha do casal, Sofi, de 3 anos, e a babá da família.

Segundo as investigações, o assassino entrou no imóvel e primeiro matou a babá com um tiro nas costas.


Em seguida, obrigou Ana Paula a amordaçar o cachorro da família para evitar que os latidos alertassem vizinhos.

Mãe e filha foram amarradas e executadas com tiros na cabeça, e o cachorro também foi morto.


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Quando Jonathan chegou em casa, encontrou os corpos e tentou lutar contra o criminoso, mas acabou dominado e morto com disparos de uma arma equipada com silenciador.

A polícia prendeu o argentino Diego Sebastián Rosen Ferlini, de 51 anos, apontado como autor do crime, e Gerardo “N”, investigado por participação.


Diego teria sido sócio de Jonathan em um empreendimento de aluguel de casas por temporada e era acusado de aplicar golpes em clientes.

O músico cobrava dele uma dívida de cerca de R$ 92 mil, o que pode ter motivado o crime.

A banda Camilo Séptimo lamentou a morte do colega em nota nas redes sociais: “Sempre nos lembraremos de Jonas com imenso amor e gratidão.”

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