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Estreito de Ormuz: ‘A passagem nunca foi tranquila e o Irã tem atacado continuamente’, diz especialista

Estados Unidos voltaram a bombardear o Irã após ataques iranianos a embarcações; veja análise

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os Estados Unidos bombardearam o Irã e anunciaram novas sanções após ataques iranianos a embarcações no estreito de Ormuz.
  • O presidente Donald Trump ameaçou destruir a infraestrutura energética do Irã e revogou permissões de venda de petróleo iraniano.
  • Os ataques dos EUA foram uma resposta a ataques iranianos a três petroleiros comerciais na região.
  • O especialista Ricardo Cabral destacou que o estreito de Ormuz é uma área de passagem tensa, com frequentes ataques iranianos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os Estados Unidos voltaram a bombardear o Irã e ainda anunciaram novas sanções contra Teerã. Segundo as informações das ofensivas, os ataques tiveram como alvo os sistemas de defesa aérea iranianos.

Nesta quarta-feira (8), o presidente Donald Trump chegou a afirmar que os Estados Unidos vão atacar o Irã com força durante a noite e que, se for preciso, destruirão a infraestrutura energética iraniana. Além disso, Washington também revogou a licença de permissão de venda do petróleo do país do Oriente Médio.


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As ações realizadas foram uma resposta aos ataques a pelo menos três petroleiros comerciais que passavam pelo estreito de Ormuz. Com isso, o governo iraniano afirmou que contra-atacou nesta madrugada instalações militares norte-americanas em Bahrein e no Kuwait.

A passagem nunca foi tranquila. Dos 30, 20 passam pela passagem que o Irã estabeleceu; são navios vindos de portos iranianos ou indo para portos iranianos, e de seis a dez passam pela passagem de Omã, em que o Irã tem atacado continuamente”, argumentou o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral, em entrevista ao Conexão Record News.


“Nesses ataques foram atacados navios da Arábia Saudita, de Omã e do Catar. E também teve o comandante da Marinha, da Guarda Revolucionária, que ameaçou e atacou navios americanos. Aí o Trump achou que já era demais e começou. Fez um ataque ontem [terça] com 80 alvos [...]. Por enquanto ninguém falou nada e, a princípio, vamos aguardar a evolução dos fatos para saber o que o Trump vai realmente fazer”, completou.

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