Logo R7.com
RecordPlus

Favorito para 2013, Correa aceita concorrer à reeleição no Equador

Oposição está dividida e sem líder carismático

Internacional|Do R7

  • Google News
Correa (dir.), ao lado de seu ministro de Setores Estratégicos, Jorge Glass, que irá compor a chapa no pleito de fevereiro de 2013
Correa (dir.), ao lado de seu ministro de Setores Estratégicos, Jorge Glass, que irá compor a chapa no pleito de fevereiro de 2013

O presidente do Equador, Rafael Correa, lançou sua candidatura para reeleição neste sábado (10) para as eleições de fevereiro, que lhe dariam um novo mandato de quatro anos para continuar suas reformas no país, sobretudo o aumento o controle estatal sobre a economia da nação andina.

Os gastos do governo com rodovias, hospitais e escolas tornaram Correa, economista de 49 anos formado nos Estados Unidos, muito popular com a maioria pobre, deixando-o bem à frente de seus rivais nas pesquisas de opinião.


A oposição está dividida e falta um líder carismático.

Uma vitória na votação do dia 17 de fevereiro daria ao candidato socialista um mandato para realizar mais reformas para aumentar a receita do Estado a partir dos setores petrolíferos e de mineração.


São Paulo é chamada de cidade sangrenta no exterior

Veja mais imagens do dia


Saiba quem entra e quem sai no novo governo Obama

Porém, a dependência das exportações de petróleo do menor país membro da Opep é seu ponto fraco, e ele pode ser forçado a reduzir os gastos estatais caso os preços do petróleo caiam.


"Nós fizemos muito, mas ainda há mais para ser feito, para tornar um Estado burguês em um verdadeiro Estado popular, que servirá a todos, especialmente aos pobres... é por isso que nós aceitamos a indicação", disse Correa diante de centenas de apoiadores, após uma barulhenta reunião em um estádio de futebol.

No poder desde 2007 e membro do bloco latinoamericano de esquerda, liderado por Hugo Chávez, da Venezuela, Correa colocou o Estado em um papel central na pequena economia dependente de petróleo e bananas.

Críticos dizem que Correa acumulou muito poder e reprimiu a liberdade de expressão. Eles o acusam de afugentar investidores estrangeiros com uma moratória da dívida de 2008 e de falhar em diversificar a economia do país que é dependente de exportações de petróleo.

Apesar das medidas voltadas à população pobre, a desigualdade aumentou no país nos últimos 20 anos. De acordo com o relatório "Estado das Cidades da América Latina e Caribe", divulgado em agosto pelo ONU-Habitat, o índice Gini de distribuição de renda saltou de 0,46, em 1990, para 0,5 em 2009.

Crie seu e-mail @R7. É grátis

Venha para o R7 Banda Larga

Quer ler mais notícias? Clique aqui

Leia mais notícias em Internacional

R7 Fotos - Imprima suas fotos! Desconto de 25%. Clique aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.