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França condena integrante do ETA à prisão perpétua

Internacional|Do R7

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Paris, 25 abr (EFE).- A França condenou nesta quinta-feira o membro da ETA Mikel Carrera Sarobe, conhecido comom "Ata", à prisão perpétua, com 22 anos de cumprimento mínimo, e Saioa Sánchez Iturregui, "Hintza", a 28 anos de prisão pelo assassinato em Capbreton em 1º de dezembro de 2007 dos guardas civis Raúl Centeno e Fernando Trapero. Saioa terá que cumprir dois terços da condenação, enquanto o tribunal absolveu desse crime Asier Bengoa López de Armentia. Este último recebeu no entanto a pena de 15 anos de prisão por outras acusações que enfrentava, mas o tribunal não considerou suficientes as provas no local para condená-lo pela morte dos guardas civis. O tribunal ditou também penas de prisão para os outros quatro processados, que não foram acusados de forma direta dos fatos de Capbreton, em particular contra o ex-chefe militar da ETA, Garikoitz Aspiazu Rubina, "Txeroki". Garikoitz foi sentenciado a 9 anos, enquanto que dirigente terrorista, acusação que compartilhava com Mikel. Como este, já acumula na França várias penas com as quais ambos superam amplamente os 30 anos de período máximo de encarceramento, e isso deixando de lado que ele também tem contas a acertar com a justiça espanhola. As sete juízas condenaram a sete anos Ibón Goieaskoetxea Arronategi (47), a cinco a Eider Uruburu Zabaleta (35), que já cumpre outra pena de seis anos, e a cinco Iratxe Sorzábal Díaz (41). Esta última, que se encontra em busca e captura e foi julgada à revelia, é a mãe de uma filha de Mikel nascida em agosto de 2009 durante sua estadia na clandestinidade na França. EFE ac/ma

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