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G7 deve discutir ‘qual rumo a economia global vai tomar’, diz especialista

Temas como os conflitos no Oriente Médio e no Leste Europeu serão abordados na cúpula; Lula participa como convidado

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Líderes do G7 se reúnem na França para discutir temas como conflitos no Oriente Médio e Leste Europeu.
  • Diálogos incluem a guerra entre Rússia e Ucrânia e desequilíbrios econômicos globais.
  • Presidente brasileiro Lula da Silva busca negociações sobre facções criminosas e tarifas com Donald Trump.
  • Especialistas destacam a importância do G7 para entender o rumo da economia global.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Líderes se reúnem nesta semana na França para a cúpula do G7, formado pelas principais economias desenvolvidas do mundo. Entre os temas, serão discutidos os próximos passos em relação ao Irã.

Além disso, o encontro diplomático prevê diálogo sobre a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, os desequilíbrios econômicos globais e o fornecimento de minerais críticos fora da China, que é atualmente a maior fornecedora dos recursos.


O presidente Donald Trump deve chegar para as reuniões ainda nesta segunda (15), para o encontro que acontecerá até 17 de junho. Em paralelo, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, já está na França para acompanhar a cúpula como convidado.

“Esse G7 vai ser importante porque há, sim, uma espécie de necessidade de entender qual é o rumo que a economia global vai tomar depois desses dois conflitos”, explica o economista e especialista em relações internacionais Igor Lucena, em entrevista ao Conexão Record News.


“Os olhos vão se mudar para um novo pacote de ajuda para os ucranianos, principalmente agora que há uma certa debilidade do exército russo”, pontua também o especialista.

Sobre um possível encontro entre Lula e Trump, ventilado nos bastidores, Lucena afirma que o presidente brasileiro tentará discutir a categorização das facções criminosas brasileiras como grupos terroristas — o que ele acha muito difícil de mudar — e as novas tarifas que o Brasil enfrenta devido à seção 301 da Secretaria de Comércio Americana.

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