Governo do Nepal confirma ao menos 32 mortos e mais de mil feridos em novo terremoto
Um edifício de 5 andares que ficara abalado no terremoto anterior terminou de desabar
Internacional|Do R7

Pelo menos 32 pessoas morreram após o novo terremoto de 7,3 graus que foi sentido, nesta terça-feira (12), no Nepal, atingindo especialmente o distrito de Sindhupalchok (noroeste de Katmandu), segundo diferentes fontes governamentais.
Morreram cinco pessoas em Sindhupalchok, que registrou o maior número de mortos no terremoto de 25 de abril, disse o administrador do distrito, Krishna Gwayali. Ele disse que as mortes aconteceram em uma rodovia que vai para o Tibet.
Mais seis pessoas morreram em Dolakha, perto do epicentro, de acordo com testemunhas, que acrescentaram que as equipes de resgate estavam tentando chegar ao local onde três pessoas ficaram presas dentro de uma casa. Na capital, três pessoas morreram, disse um policial à Reuters.
Na vizinha Índia, ao menos cinco pessoas também morreram devido à queda de edificações. Um homem morreu no Tibet ao ser atingido por um deslizamento de rochas.
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Sindhupalchok já foi o território mais castigado pelo terremoto do dia 25, ao ser o local onde mais de um terço dos mais de 8.000 mortos foram contabilizados até o momento.
As fontes informaram que um edifício de cinco andares que tinha ficado danificado no terremoto anterior terminou de desabar em Bhaktapur, no Vale de Katmandu.
Na capital, outro grande edifício onde operava o Banco do Himalaia também caiu. Milhares de pessoas saíram às ruas em Katmandu após o novo terremoto, enquanto vários edifícios muito atingidos no terremoto anterior terminaram de desabar.
O Nepal ainda trata de se recuperar de um terremoto que deixou mais de 8.000 mortos, mais de 17,8 mil feridos e dezenas de milhares de casas danificadas.
As autoridades, em colaboração com organismos internacionais, tratam há dias de levar alimento e remédios a famílias nas zonas do Vale de Katmandu.
O do dia 25 foi o terremoto de maior magnitude no Nepal em 80 anos e o pior na região do Himalaia em uma década, desde que em 2005 outro terremoto deixou mais de 84 mil mortos na Caxemira.







