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‘Guerra híbrida’: como o Irã está recrutando jovens para ataques na Europa

Campanha lançada por Teerã tem como objetivo desestabilizar os aliados dos EUA e Israel

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A inteligência iraniana e a Guarda Revolucionária estão recrutando adolescentes para ataques na Europa.
  • Alvos incluem comunidades judaicas, sinagogas e escritórios da oposição iraniana.
  • Embora não haja provas concretas da liderança do Irã, há indícios que sugerem uma campanha de guerra híbrida.
  • Várias pessoas foram detidas, e um jovem se declarou culpado de um ataque em uma sinagoga em Londres.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Suspeitos são flagrados durante ataque incendiário contra ambulâncias de comunidade judaica em Londres Reprodução/câmera de segurança via arabnews.com

Em meio ao conflito no Oriente Médio, a inteligência iraniana e a Guarda Revolucionária estão recrutando adolescentes para realizarem ataques de baixa intensidade em diferentes regiões da Europa, segundo fontes ouvidas pelo jornal The Guardian.

Locais de comunidade judaica na Holanda, sinagogas no Reino Unido e escritórios de uma emissora da oposição iraniana em Londres foram alguns dos alvos desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.


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Embora não haja provas concretas de que o Irã está liderando os ataques, especialistas encontraram padrões nos incêndios e acreditam que os episódios façam parte de uma campanha de guerra híbrida lançada por Teerã. O objetivo seria desestabilizar os aliados dos EUA e Israel que poderiam entrar no conflito.

“Não temos nenhuma prova concreta de que o Irã esteja envolvido ou que outra pessoa esteja por trás [dos ataques], mas parece muito improvável que um novo grupo terrorista tenha surgido do nada, e vários fatores apontam para o Irã”, disse Julian Lanchès, do Centro Internacional de Combate ao Terrorismo em Haia, em entrevista ao jornal.


Desde o início dos incêndios no Reino Unido, 23 pessoas foram detidas e sete acusadas de crimes. Recentemente, um jovem de 17 anos se declarou culpado após um incêndio criminoso na sinagoga Kenton United, em Londres. Autoridades afirmam que ele escalou um muro, quebrou uma janela e atirou um objeto em chamas no local, enquanto um amigo filmava o ataque.

O garoto foi liberado sob fiança após afirmar que não tinha intenção de machucar ninguém e não sente ódio por judeus. Ele revelou que não sabia que o local era uma sinagoga e pensou que fosse um prédio vazio.


De acordo com o jornal britânico, as imagens registradas pelos adolescentes foram divulgadas na internet por um grupo chamado Harakat Ashab al-Yamin al-Islamia, que se diz responsável pela ofensiva.

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