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Hague diz que "sem dúvida" há britânicos afetados por ataque em Nairóbi

Internacional|Do R7

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Londres, 21 set (EFE).- O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, afirmou que "sem dúvida" há cidadãos britânicos afetados pelo ataque a um shopping de Nairóbi, apesar de não ter dito se algum foi morto ou ferido. Em declarações publicadas neste domingo pela "BBC", Hague avaliou como "impiedoso, covarde e brutal" o ataque cometido no sábado no centro comercial Westgate, que causou, pelo menos, 59 mortos e 175 feridos. "Sem dúvida há cidadãos britânicos afetados e deveríamos estar preparados e estar conscientes disso", disse Hague, acrescentando que, por enquanto, não há "novos detalhes suficientemente precisos" a respeito e alertou que se trata de "uma situação que muda com rapidez". O Foreign Office enviou uma equipe de pessoal consular ao Quênia, que já está prestando assistência aos afetados e visitando hospitais. Hague disse que o grupo somali Al Shabab assumiu a responsabilidade pelo ataque embora, segundo o político, "isso não signifique que se saiba com certeza quem o cometeu ou o está cometendo". "Acho que o que sabemos com segurança e o que podemos dizer no Reino Unido com segurança é que todo nosso trabalho e o trabalho do Quênia e de outros países vizinhos da Somália para trazer estabilidade à Somália, para derrotar o terrorismo lá, continuará", declarou o político. Hague ressaltou que "ações deste tipo nunca impedirão" esse trabalho para conseguir a estabilidade na Somália. "Tristemente, morreram números significativos de pessoas, portanto nossos pensamentos estão com as pessoas neste momento terrível", disse. Um porta-voz de Downing Street - residência e escritório oficial do primeiro-ministro do Reino Unido - confirmou que David Cameron falou com o presidente queniano, Uhuru Kenyatta, para transmitir suas condolências e oferecer ajuda. Esse porta-voz oficial acrescentou que Kenyatta explicou ao premiê britânico "que as forças de segurança do Quênia estão devolvendo o controle à situação". EFE prc/ma

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