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Irã vai usar crianças na linha de frente ‘se houver oportunidade’, afirma especialista

Governo iraniano reduz para 12 anos a idade mínima de voluntariado no conflito contra Estados Unidos e Israel

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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Com as tensões no Oriente Médio se intensificando e as muitas baixas nas tropas iranianas, um relatório internacional revelou que o governo do Irã reduziu para 12 anos a idade mínima para o voluntariado na guerra. Por meio das redes, as autoridades incentivaram a participação dos menores.

Um representante da Guarda Revolucionária afirmou que a iniciativa tem gerado uma grande procura, mas, em contrapartida, o Human Rights Watch (organização não governamental de direitos humanos) enfatizou que a postura iraniana é, na verdade, uma violação dos direitos infantis, um possível crime de guerra, e alertou sobre a incapacidade das crianças em concordarem conscientemente com o que estariam se envolvendo.


“Nós tínhamos o caso das crianças-soldados lá na África, que é recorrente, também ali no sudoeste asiático, isso aconteceu na guerra do Vietnã, e o próprio Irã já usou adolescentes na guerra contra o Iraque. Isso já aconteceu em outras ocasiões”, lembra o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral, em entrevista ao Conexão Record News.

Segundo Cabral, grupos terroristas como Hezbollah e Hamas também adotam essa prática com frequência, aproveitando “uma certa inocência, um certo destemor de pessoas em tenra idade para cometer atos de violência”. O especialista ainda completa: “Isso é um absurdo e, infelizmente, eles vão colocar essas crianças na linha de frente se houver oportunidade”.

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