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Israel aprova construção de edifícios na colônia de Bet El

Internacional|Do R7

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Jerusalém, 9 mai (EFE).- A Administração Civil israelense no território palestino ocupado da Cisjordânia, organismo dependente do Exército e do Ministério da Defesa, deu sinal verde a um projeto que prevê a construção de 296 apartamentos no assentamento judaico de Bet El, informou nesta quinta-feira a imprensa local. O projeto, aprovado ontem de forma preliminar por uma subcomissão dessa Administração, faz parte de um acordo alcançado no ano passado com os colonos para a evacuação do enclave de Ulpana, levantado de forma unilateral e cujo desmantelamento foi ordenado pela Suprema Corte de Israel. O jornal "Yedioth Ahronoth" informou que se trata de edifícios de vários andares que serão construídos no terreno de uma antiga base militar no assentamento de Bet El, situado junto à cidade palestina de Ramala. A Administração Civil é o corpo militar que se encarrega dos assuntos civis no território ocupado da Cisjordânia e o que concede as permissões de construção tanto aos colonos israelenses como aos palestinos que vivem nas áreas ainda sob sua jurisdição. Segundo fontes do organismo, o projeto preliminar foi aprovado com o conhecimento do ministro da Defesa, Moshe Ya'alon, e à revelia do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que faz visita à China. Ontem, enquanto a subcomissão dava sinal verde para o projeto, a ministra da Justiça e responsável pelas negociações, Tzipi Livni, estava reunida em Roma com o secretário de Estado americano, John Kerry, que voltará à região no fim do mês para seguir os contatos com as duas partes. Os palestinos e a comunidade internacional consideram os assentamentos judaicos o principal obstáculo para reativar o processo de paz e pedem a Israel que cesse toda a atividade no território que ocupou na Guerra dos Seis Dias, em 1967. A última palavra sobre a construção nas colônias cabe a Netanyahu, que em março pediu a seus ministros que não concedessem permissões por ocasião da visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. EFE elb/pa

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