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Jogador argentino pede ajuda para encontrar mulher e filhos após terremotos na Venezuela

Família de Lucas Trejo estava em prédio que desabou; abalo teve magnitude superior a 7

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O jogador argentino Lucas Trejo pediu ajuda nas redes sociais após perder contato com sua família devido aos terremotos na Venezuela.
  • O prédio onde sua esposa e filhos estavam, em Playa Grande, desabou durante os tremores.
  • Os terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreram na noite de quarta-feira (24).
  • Pelo menos 164 pessoas morreram e quase 1.000 ficaram feridas, segundo a presidente interina do país, Delcy Rodríguez.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lucas Trejo afirma que perdeu contato com a família após terremoto na Venezuela Reprodução/Instagram/@lucastrejo_lt

O jogador argentino Lucas Trejo usou as redes sociais nesta quinta-feira (25) para pedir ajuda na busca por familiares após os fortes terremotos que atingiram a Venezuela. O atleta, que atua por um clube do país, afirmou que perdeu o contato com a esposa e os dois filhos depois que o prédio onde eles estavam, em Playa Grande, desabou durante os tremores.

Em uma publicação, Trejo relatou o desespero e pediu que moradores da região compartilhassem informações caso tivessem visto algum dos familiares. “Nosso prédio em Playa Grande desabou. Não sei nada sobre a minha família. Por favor, orem por eles e compartilhem esta mensagem”, escreveu o jogador.


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Os desaparecidos são a esposa do atleta, Yani Maranella, e os filhos do casal, Aarón Trejo Maranella e Ainhoa Trejo Maranella. Até o momento, o jogador não informou se recebeu novas informações sobre a localização dos parentes nem revelou onde estava no momento dos terremotos.

Os tremores atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24) e estão entre os mais fortes registrados recentemente no país. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), dois abalos foram registrados em sequência, com magnitudes de 7,2 e 7,5, respectivamente.


Segundo a presidente interina do país,Delcy Rodríguez,pelo menos 164 pessoas morreram e quase 1.000 ficaram feridas. Os epicentros ficaram próximos da costa caribenha venezuelana, na região de Morón, e chegaram a ser sentidos, inclusive, na região norte do Brasil.

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