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Justiça condena à morte líder da Irmandade Muçulmana e outros 182 islamitas

Egípcios foram acusados de provocar distúrbios e atos de violência no ano passado

Internacional|Do R7

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Homem reage ao tomar conhecimento da sentença
Homem reage ao tomar conhecimento da sentença

O tribunal penal da cidade de Minya, no Egito, condenou à morte neste sábado (21) 183 seguidores da Irmandade Muçulmana, entre eles o líder da organização, Mohammed Badia, por distúrbios e atos de violência nessa província em agosto do ano passado.

Conforme informou a agência estatal de notícias Mena, outros 496, de um total de 683 acusados, foram absolvidos, enquanto quatro pessoas receberam sentença a prisão perpétua.


Estão em prisão preventiva pelo assassinato premeditado de um policial 120 acusados, enquanto os demais foram julgados à revelia. 

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Segundo disseram fontes da Justiça à Agência Efe, os acusados que são processados à revelia se expõem a penas maiores, que depois podem ser revisadas se finalmente comparecem ao tribunal. Os julgados eram acusados de homicídio, tentativa de assassinato, roubo, uso da força, ataque contra instalações públicas em multidão, provocar incêndios e posse de armas de fogo sem licença.


A corte, presidida juiz Said Youssef Sabri, conhecido por ser polêmico, emitiu o veredicto definitivo após receber a sentença não vinculativa do mufti (autoridade máxima religiosa) do Egito, Shauqui Alam, a quem enviou uma decisão preliminar com 683 condenados a morte em abril para que este emitisse sua opinião, como é previsto na lei egípcia.

Os processados seguintes, que esperavam na porta do tribunal, reagiram com incredulidades às sentenças, confundidos pelas diferentes versões que os advogados dos acusados ofereciam na saída da sessão, segundo disseram à Efe testemunhas.


Os fatos remontam a agosto do ano passado, quando uma onda de violência sacudiu uma aldeia na província de Minya, após o desmantelamento dos acampamentos nas praças de Rabia al Adawiya e Al-Nahda, onde os islamitas protestavam pela destituição militar de Mohammed Mursi.

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