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Líder islâmico egípcio emite alerta do exílio

Internacional|Do R7

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Por Tom Perry

CAIRO, 1 Dez (Reuters) - Um líder de um grupo islâmico egípcio que combateu o Estado na década de 1990 alertou que o Exército levou a nação "à beira do precipício" desde que ele fugiu do país após a queda do presidente Mohamed Mursi em julho.


O Estado e islâmicos são antigos inimigos no Egito, um aliado estratégico dos Estados Unidos que tem acordo de paz com Israel e controla o canal de Suez. O Egito tem sido abalado pela pior disputa interna em sua história moderna desde que o Exército derrubou o islâmico Mursi.

Assem Abdel Maged, do Gamaa Islamiya, disse à rede Al Jazeera com base no Catar esperar que a situação no Egito se deteriore. Ele é o primeiro islâmico de alto escalão que fugiu do Egito desde a queda de Mursi a falar publicamente do exterior.


Abdel Maged Afirmou que o Exército cometeu um "grande erro" ao ficar ao lado de "minorias religiosas, políticas e sociais", uma alusão aos egípcios cristãos e de mente secular. O Exército derrubou Mursi após protestos contra o comando dele em 30 de junho.

Abdel Maged foi preso por 25 anos até 2006 por participar do assassinato em 1981 do presidente Anwar Sadat e por outros crimes. Ele agora enfrenta acusações de incitar a morte de manifestantes.

(Reportagem adicional de Omar Fahmy e Yasmine Saleh)

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