Líderes de mais de 83 países confirmam participação em funeral de Mandela
Internacional|Do R7
Joanesburgo, 9 dez (EFE).- Chefes de Estado e de governo e reis e príncipes herdeiros de mais de 83 países confirmaram que participarão dos funerais de Nelson Mandela, embora mais governantes anunciaram que irão a algum dos vários atos de homenagem ao ex-presidente sul-africano. Pelo menos 83 delegações de altos representantes de nações reconhecidas pela África do Sul estão confirmadas pelo Ministério de Relações Internacionais e Cooperação, segundo a lista apresentada nesta segunda-feira em seu site. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que anunciou sua presença, ainda ainda não figura na lista. A comitiva brasileira terá a presença da presidente Dilma Rousseff. Os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva também anunciaram sua participação. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, confirmou sua presença. Já a China enviará seu vice-presidente, Li Yuanchao. Já entre os representantes de países europeus figuram o presidente francês, François Hollande, e os chefes de governo britânico, David Cameron; espanhol, Mariano Rajoy, e italiano, Enrico Letta. De Cuba irá Raúl Castro; da Venezuela, Nicolás Maduro; do México, Enrique Peña Nieto. O presidente interino da Argentina, Amado Boudou, confirmou presença, e assim como o vice-presidente colombiano, Angelino Garzón. A União Europeia, bem como a União Africana e a Liga Árabe também enviarão seus representantes. Além disso, estarão presentes membros das famílias reais européias. Mais de 34 de países africanos confirmaram a presença de seus chefes de Estado, entre eles os mais veteranos do continente, Teodoro Obiang Nguema, da Guiné Equatorial; e Robert Mugabe, do Zimbábue. O papa Francisco nomeou o cardeal ganês Peter Kodwo Appiah Turkson, presidente do Pontifício Conselho da Justiça e a Paz, seu enviado especial nos funerais de Mandela. Também comunicaram sua presença ex-governantes como Bill Clinton e George W. Bush, dos Estados Unidos, e Andrés Pastrana, da Colômbia, assim como Tony Blair, Gordon Brown e John Major, ex-primeiros-ministros do Reino Unido. EFE alf-mr/cdr-dk












