Ditador venezuelano Nicolas Maduro diz que 'há muito a ser feito' diante das 'dificuldades'
Comandante de ditadura latino-americana pediu união para superar adversidades, sem especificar quais seriam os problemas
Internacional|Do R7

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou nesta segunda-feira (25) que em seu país "ainda há muito a ser feito" diante das "dificuldades", razão pela qual pediu união para superar essas adversidades, sem especificar as circunstâncias às quais se refere.
Em breve mensagem de Natal, o presidente, falando por si e em nome da esposa, a deputada Cilia Flores, saudou os venezuelanos por meio da rede social X (ex-Twitter), três dias depois de publicar um vídeo de dez minutos por meio do qual enviou votos de Natal e mencionou as "dificuldades" que o país superou.
"Vamos continuar vencendo as dificuldades por amor infinito à nossa pátria. Ainda há muito a ser feito, mas com unidade alcançaremos grandes coisas", disse o presidente venezuelano.
Nos últimos dias, Maduro lembrou os danos causados pelas sanções econômicas internacionais, que começaram a diminuir no último trimestre, graças às negociações políticas com os Estados Unidos, paralelamente a outro processo de diálogo com a principal coalizão de oposição, a Plataforma Unitária Democrática (PUD).
Após oito anos de contração econômica, a Venezuela começou a se recuperar levemente no final de 2021, um crescimento sustentado para o qual o governo prevê aumentos salariais até 2024, quando o país realizará eleições presidenciais.
Embora nos últimos três anos a Venezuela tenha resolvido problemas que a afetaram durante anos, como a escassez generalizada de produtos, cerca de 5 milhões de pessoas, quase todas trabalhadores e pensionistas, têm uma renda mensal fixada pelo governo em 130 bolívares, cerca de R$ 17.
Caravana com 7.000 imigrantes ruma em direção à fronteira do México com os Estados Unidos
Vindos principalmente de Cuba, Haiti e Honduras, uma recém-formada caravana com cerca de 7.000 solicitantes de asilo iniciou sua marcha pelo México em direção à fronteira dos Estados Unidos dias antes da reunião do secretário de Estado dos EUA, Antony ...
Vindos principalmente de Cuba, Haiti e Honduras, uma recém-formada caravana com cerca de 7.000 solicitantes de asilo iniciou sua marcha pelo México em direção à fronteira dos Estados Unidos dias antes da reunião do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, com o presidente mexicano, Andrés Lopez Manuel Obrador, para discutir o aumento da imigração ilegal



![Em Tapachula, as autoridades afirmaram que estão
sem recursos públicos para acomodar os migrantes que se reuniram lá em número
incontrolável. "O problema é que a fronteira sul [com a Guatemala] está
aberta, e de 800 a mil pessoas a cruzam diariamente", disse o ativista
dos direitos dos migrantes Luis Garcia Villagrin, que está acompanhando o
grupo. "Se não sairmos de Tapachula, a cidade vai entrar em colapso"](https://newr7-r7-prod.web.arc-cdn.net/resizer/v2/OVPQH7GHGZJPRMVD7KGT5XDQKA.jpg?auth=80b92764ef61157e316d8920bb7896c721d675d00ab04ccc2830e86acf75d3ca&width=1024&height=682)















