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Mais de 70 profissionais de saúde foram infectados pelo ebola desde início do surto, diz OMS

Congo possui uma das menores densidades de profissionais de saúde em relação à população, com cerca de 11 por 10 mil pessoas

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • 75 profissionais de saúde no Congo foram infectados pelo ebola, resultando em 17 mortes.
  • O surto de ebola pode ter começado meses antes de ser oficialmente declarado em 15 de maio.
  • Há escassez de equipamentos de proteção, como luvas e máscaras, para os profissionais de saúde.
  • China e Uganda estão enviando equipes médicas para apoiar o Congo, e a OMS oferece apoio psicológico aos profissionais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

OMS oferece apoio psicológico a profissionais que estão com medo de tratar pacientes Gradel Muyisa Mumbere/Reuters - 31.05.2026

Uma autoridade de alto escalão da OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou, nesta sexta-feira (19), que 75 profissionais de saúde na República Democrática do Congo foram infectados pelo ebola e 17 deles morreram desde o início do surto no país.

Acredita-se que o ebola já estivesse circulando meses antes de o surto ter sido declarado pela primeira vez em 15 de maio, o que significa que muitos profissionais foram expostos à doença antes mesmo de saberem de sua presença.


Mesmo agora, as autoridades de saúde afirmam que os estoques de equipamentos básicos de proteção, como luvas e máscaras, estão se esgotando.

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“É um preço realmente alto que o sistema, o sistema de saúde, está pagando, porque não temos profissionais de saúde suficientes na RDC”, disse a diretora de emergências da OMS, Marie Roseline Belizaire, em uma coletiva de imprensa por videoconferência realizada no leste da República Democrática do Congo.


O Congo tem uma das menores densidades de profissionais de saúde em relação à população, com apenas cerca de 11 por 10 mil pessoas, segundo dados da OMS. Belizaire disse que China e Uganda estão enviando equipes médicas ao país.

A OMS está oferecendo apoio psicológico a alguns profissionais de saúde que estavam com muito medo de tratar pacientes, depois de terem visto muitos de seus pares adoecerem, acrescentou ela.


“Quando eles explicam como vivem essa situação, como foram infectados... (isso) pode partir o coração.”

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