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Manifestantes usam crianças como escudos humanos durante protesto na Colômbia

Indígenas usaram seus próprios filhos como barreira quando policiais ameaçaram usar a força, segundo a imprensa local

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Indígenas Emberá usaram crianças como escudos humanos durante protesto em Bogotá.
  • Manifestação exigia melhores condições de vida e cumprimento de acordos territoriais.
  • Presidente Gustavo Petro condenou a situação, afirmando que crianças devem vir em primeiro lugar na sociedade.
  • Diretora do ICBF disparou que uso de crianças em protesto é crime e denuciou a situação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Manifestante coloca criança como barreira contra os agentes policiais, em vídeo que circulou nas redes sociais Reprodução/X/petrogustavo

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram crianças sendo usadas como “escudos humanos” durante protestos na Colômbia, nesta quarta-feira (29). A manifestação foi promovida pelo grupo indígena Emberá, que cobrava melhores condições de vida, segurança e o cumprimento de acordos relacionados a direitos territoriais, reassentamento e assistência humanitária, segundo a imprensa local.

As imagens, gravadas em frente ao Ministério do Interior, em Bogotá, mostram um homem vestido de preto, usando um boné camuflado e segurando um objeto contundente. À sua frente, uma criança, vestida de verde, é colocada como barreira contra os agentes uniformizados da Undmo, o grupo especializado da Polícia Nacional da Colômbia.


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Quando os policiais tentaram assumir o controle, os indígenas usaram seus próprios filhos como escudo, formando uma “linha de frente” com a intenção de impedir o uso da força, segundo o site de notícias Infobae.

O secretário de Governo de Bogotá, Gustavo Quintero, por sua vez, afirmou que as crianças teriam sido usadas como “escudos de proteção” durante os confrontos.


Durante o confronto, cerca 1.200 pessoas ficaram retidas por cerca de sete horas dentro dos edifícios da região, segundo a imprensa local.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reagiu às cenas, nesta quinta-feira (30). “Isso eu não admito. Meninos e meninas vêm em primeiro lugar na sociedade”, escreveu em uma publicação nas redes sociais.


A diretora do Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar (ICBF), Astrid Eliana Cáceres, afirmou que o grupo indígena recebeu “todas as garantias do governo nacional” e que o protesto foi um crime.

“Não há desculpa para o que vejo aqui. Estivemos ao lado do povo Emberá e fizemos reivindicações quando necessário, mas o que aconteceu hoje perto do Ministério do Interior é uma das piores formas de exploração de criança por adulto; é um crime e já apresentamos uma denúncia”, afirmou.

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