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Membro do Hamas diz que 'é muito cedo' para falar sobre libertação de reféns

Ao menos cem pessoas estariam sob o poder do grupo terrorista, que atacou Israel por terra e ar no último sábado (7)

Internacional|Do R7

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Israel e Gaza vivem momento de tensão
Israel e Gaza vivem momento de tensão

A libertação dos mais de cem reféns que, segundo estimativas, estão em poder do Hamas na Faixa de Gaza é um assunto sobre o qual "é muito cedo para falar", já que os intensos bombardeios de Israel contra o enclave palestino continuam, disse à agência EFE um membro do grupo terrorista, que realizou um ataque sem precedentes em território israelense no último sábado (7).

"É muito cedo para falar sobre a questão dos prisioneiros sem antes parar a agressão" na Faixa de Gaza, afirmou à EFE Osama Abu Khaled, funcionário de um escritório do Hamas. Ele também informou que a organização está "fazendo contatos com todas as partes interessadas para acabar com a agressão", sem dar mais detalhes.


Ele disse que o Hamas continua a pedir às organizações humanitárias que "forneçam ajuda urgente e rápida", além de combustível e outros produtos básicos diante do bloqueio israelense à Faixa de Gaza, onde mais de 2,2 milhões de pessoas estão à beira de uma catástrofe humanitária.

Abu Khaled reiterou que o movimento islâmico, que controla Gaza desde 2007 e está em guerra com Israel há seis dias, rejeita a abertura de um corredor humanitário como "destinado a forçar o deslocamento" dos habitantes do local.


"O povo palestino, com toda a sua força, homens, mulheres, crianças e idosos, prefere morrer a deixar sua terra e suas casas. O que é necessário é que as organizações humanitárias tenham permissão para entrar", alegou.

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Em Gaza, ao menos 1.350 pessoas foram mortas e 6.049 ficaram feridas pelos ataques aéreos israelenses de retaliação à contraofensiva realizada pelo Hamas, e os hospitais estão sem eletricidade e com extrema necessidade de materiais.

As negociações continuam entre o Egito e os Estados Unidos sobre a ajuda humanitária a Gaza e a transferência de feridos que precisam de tratamento no Egito, assim como sobre uma trégua, proposta pelas autoridades egípcias.

O número de pessoas dentro da Faixa de Gaza que tiveram que deixar sua casa devido ao conflito ultrapassou 338 mil, sendo 75 mil em apenas 24 horas, informou hoje o Escritório de Coordenação de Ajuda Humanitária da ONU.

Veja a movimentação de Israel na fronteira com a Faixa de Gaza

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