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Merkel diz que UE considerará novas sanções caso Rússia desrespeite acordo

Internacional|Do R7

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Bruxelas, 4 mar (EFE).- A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou nesta quarta-feira que a União Europeia (UE) considerará impor novas sanções à Rússia caso o país não respeite o pacto de Minsk, que tem como objetivo encerrar os 11 meses de hostilidades no leste da Ucrânia. "Se este pacote de medidas de Minsk for vulnerado, o Conselho Europeu e a Comissão Europeia estão dispostos a considerar a preparação e a aprovação de novas medidas de sanção", anunciou em entrevista coletiva ao lado do presidente da CE, Jean-Claude Juncker, depois de se reunir com os comissários europeus. Merkel, que na terça-feira falou em teleconferência sobre a Ucrânia com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que "há uma relação entre as sanções em vigor e a aplicação plena do pacote de Minsk", assinado em 12 de fevereiro. A chanceler ressaltou que só poderá considerar a integridade territorial da Ucrânia restabelecida quando o país voltar a ter acesso à fronteira com a Rússia, em referência à faixa de território sob controle dos separatistas pró-Rússia nas regiões de Donetsk e Lugansk. Merkel explicou que, em sua reunião de hoje com a CE, discutiu sobre como aplicar com sucesso o pacote negociado em Minsk, mais especificamente sobre como reforçar a missão da OSCE para que haja uma supervisão adequada, como prestar socorro humanitário e auxiliar a Ucrânia em seu programa de reformas. "As sanções, naturalmente, foram um dos elementos tratados, mas a questão principal foi discutir para avançar na questão e evitar o derramamento de sangue e as mortes", ressaltou. A chanceler ressaltou que a maneira de alcançar esse objetivo é conseguir um cessar-fogo estável, pois o que existe por enquanto ainda se mostra muito frágil. Juncker disse que é preciso utilizar e manter abertos os canais de comunicação com a Rússia, mas reconheceu que por enquanto não se há condições adequadas para se convocar a curto prazo uma cúpula entre União Europeia e Rússia. EFE mrn/vnm (foto)

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