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Morto no Brasil, traficante chegou a visitar parlamento da Colômbia

A denúncia é do representante do partido Alianza Verde, Fabián Diaz que pediu a abertura de uma investigação para saber quem o convidou

Internacional|Do R7

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Ivan Duque, presidente da Colômbia, com Ñeñe Hernández, colombiano morto no Brasil
Ivan Duque, presidente da Colômbia, com Ñeñe Hernández, colombiano morto no Brasil

O pecuarista colombiano Jose Guillermo Hernández, qee era suspeito de ligações com o tráfico e que foi morto em um assalto no Brasil, foi convidado para visitar o Congresso colombiano por algum congressista, que ainda não foi identificado.

A denúncia é do representante do partido Alianza Verde, Fabián Diaz que pediu a abertura de uma investigação para saber quem convidou e para que. A notícia é do jornal El Espectador.


Leia mais: Colombiano morto no Brasil teria comprado votos para Iván Duque

A "ñeñepolítica", como ficou conhecido o escândalo das escutas que revelaram as relações do suposto empresário com a nata da política do país, sacudiu a Colômbia e continua gerando novas investigações. Os procuradores agora querem saber quem convidou, e para qual finalidade, um investigado por assassinato e vínculos com o narcotráfico. 


A indagação foi levada para a Procuradoria-Geral da República pelo deputado federal Fabián Diaz. Em sua conta de twiiter, ele disse que quer saber quem foi o congressista que convidou Jose Guillermo Hernández e com qual finalidade.

O processo foi aberto porque o deputado não obteve resposta do Escritório de Planejamento do Congresso sobre a data, a hora e com quem o investigado se encontrou. O deputado lembrou que o suposto empresário está envolvido em uma investigação de compra de votos para a campanha do atual presidente Iván Duque.


Segundo a reportagem do El Espectador, o senador e ex-presidente Álvaro Uribe teria dito que uma das pessoas que aparecem nas escutas pode ser sua assessora, María Claudia Daza. Após as acusações a assessora renunciou ao cargo no Legislativo.

Jose Guillermo Hernández disse que era necessário "um dinheiro por debaixo da mesa" para distribuir nos departamentos colombianos em um dos áudios.

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