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Múmia da catedral de Basileia é ancestral de Boris Jonhson 

Corpo foi encontrado durante uma reforma na igreja suíça há mais de 40 anos. Linha genealógica definiu que ela é antepassada do ministro britânico

Internacional|Beatriz Sanz, do R7 com agências internacionais

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Johnson disse ter orgulho de sua parente recém descoberta
Johnson disse ter orgulho de sua parente recém descoberta

O mistério sobre a identidade de uma múmia acabou em surpresa: o corpo da mulher que morreu há mais de três séculos na Suíça pertence a uma ancestral do atual ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson.

A mulher, cujo túmulo não possuía identificações é Anna Catharina Bischoff, morta em 1787. Ele foi encontrado durante uma reforma na Igreja de Barfüsser, na Suíça em 1975.


O corpo mumificado foi encontrado bem preservado, enterrado embaixo do altar. Desde então, cientistas vem tentando descobrir quem havia sido aquela mulher. Agora, finalmente o mistério foi resolvido. 

Os cientistas conseguiram atribuir essa identidade com tanta precisão por meio de testes de DNA e investigando documentos antigos.


Nos registros da igreja, eles descobriram que a múmia já havia sido "descoberta" anteriormente, em 1843, o que levou à pista de que ela pertencesse à família Bischoff que ainda possuía muito poder na época. Eles procuraram então membros da família e através dos testes genéticos puderam comprovar com 99,8% de certeza que se tratava de uma ancestral da família.

Sabendo quem ela era, eles puderam fazer uma linha genealógica que levou a uma surpresa: Anna Catharina é ancestral do ex-prefeito de Londres e atual Ministro do Exterior Boris Johnson. A linha é extensa e sete gerações separam Anna de do político britânico.


Em sua conta no Twitter, Johnson afirmou que estava "muito orgulhoso" em descobrir a história de pioneirismo de sua antepassada.

Através das pesquisas, os cientistas que trabalharam de forma independente descobriram que Anna Catharina viveu na França e cuidava de pessoas com sífilis. Durante esse período, ela também contraiu a doença sexualmente transmissível.

Sua família, tentando salvá-la ordenou um tratamento com mercúrio, que no fim das contas, possivelmente envenenou Anna Catharina, causando sua morte. O mercúrio, porém, ajudou a preservar seu corpo após sua morte, possibilitando todas essas descobertas.

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