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‘Não há nenhuma garantia de que a paz se manterá’, diz especialista sobre cessar-fogo no Oriente Médio

Irã ameaçou voltar atrás na decisão de pausar os ataques por duas semanas, estabelecido em conjunto com os Estados Unidos

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Irã ameaçou voltar atrás no cessar-fogo de duas semanas proposto em conjunto com os EUA.
  • Israel não aceitou o acordo e retaliou com ataques ao Líbano.
  • Especialista aponta que a fragilidade do processo de paz pode levar à escalada de violência.
  • Um primeiro-ministro europeu destacou que o cessar-fogo não deve ser motivo de celebração devido à guerra que afetou a economia global.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O cessar-fogo de duas semanas estabelecido entre os Estados Unidos e o Irã na última terça-feira (7) parece não ter agradado Israel, que atacou o Líbano e fez com que o regime iraniano voltasse a fechar o estreito de Ormuz nesta quarta (8).

Em entrevista ao Hora News desta quarta-feira (8), o especialista em relações internacionais Rodrigo Medina analisa que essas mudanças repentinas revelam a fragilidade de um processo de paz.


Estreito de Ormuz voltou a ser fechado pelo regime iraniano nesta quarta (8) Foto: Divulgação/Nasa via AFP

Segundo ele, “enquanto Israel afirma que o Líbano não fazia parte do acordo de cessar-fogo, o regime de Teerã afirma que é absolutamente fundamental que a guerra movida por Israel contra o Líbano seja posta também a termo”.

Medina explica que uma trégua duradoura não está garantida: “Os tensionamentos são muito graves e, a qualquer momento, poderemos ter a retomada das atividades em um patamar de violência talvez nunca antes visto”.

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