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‘Não sei quão mais a economia russa pode sobreviver’, diz economista sobre guerra da Ucrânia

Enquanto Moscou aguarda uma posição dos Estados Unidos sobre o conflito, crescem as expectativas por uma retomada das negociações de paz

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Rússia está interessada em confirmar se Donald Trump mudou sua posição sobre o conflito na Ucrânia.
  • Emmanuel Macron afirmou que Trump reconheceu que a Rússia não deseja a paz na Ucrânia, indicando uma possível mudança na abordagem dos EUA.
  • A Rússia ainda não recebeu declarações oficiais dos EUA sobre a cúpula do G7 e aprecia os esforços de Trump para intermediar a guerra.
  • Especialista Igor Lucena destaca a importância dos EUA como mediador entre Rússia e Ucrânia, com foco nas negociações de paz e pressões econômicas sobre Moscou.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Rússia está interessada em saber se Donald Trump realmente alterou sua posição sobre o conflito na Ucrânia. Em declaração durante a cúpula do G7, o presidente francês Emmanuel Macron disse que Donald Trump havia reconhecido que a Rússia não deseja a paz na Ucrânia, o que seria uma verdadeira mudança de abordagem dos EUA.

O chanceler russo afirmou que Moscou ainda não recebeu nenhuma declaração dos Estados Unidos sobre suas conclusões a respeito da cúpula, nem sobre o que pretende fazer a seguir. O porta-voz do Kremlin declarou que a Rússia aprecia os esforços do presidente Donald Trump para intermediar a guerra na Ucrânia e que acredita que os Estados Unidos compreendem que não é possível mediar um conflito apoiando unicamente um dos lados.


Segundo Igor Lucena, economista e especialista em relações internacionais, a diminuição das tensões com o Irã deve permitir que a retomada das negociações de paz se torne uma prioridade na agenda internacional. Segundo ele, os EUA serão o principal mediador entre Rússia e Ucrânia, em meio a pressões econômicas sobre Moscou, mesmo com a retomada das exportações de petróleo e o acordo comercial entre Washington e Kiev para exploração de terras raras. De acordo com o especialista, a maior discussão em um possível acordo girará em torno das linhas de defesa e dos territórios que cada parte ainda controlará, além das garantias para proteger essas fronteiras.

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