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‘O Paquistão sabe que o governo iraniano foi para uma ala mais radical’, afirma professor

Chefe do exército paquistanês viajou a Teerã nesta segunda (24) para mediação em meio à expectativa de anúncio das sanções dos EUA

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O chefe do exército do Paquistão visitou Teerã para mediar tensões devido às sanções econômicas dos EUA.
  • O Paquistão busca promover a paz regional e aliviar a radicalização do governo iraniano.
  • O Irã ameaçou interromper exportações de petróleo do golfo e restringir a navegação no estreito de Ormuz.
  • O Irã listou embarcações que violaram normas e alertou sobre retaliações a países que apoiam a pressão econômica dos EUA.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O chefe do exército do Paquistão viajou a Teerã nesta segunda-feira (24) em missão de mediação em meio à expectativa de anúncio das sanções econômicas norte-americanas. O Paquistão afirmou que a visita faz parte dos esforços para promover a paz e a estabilidade regional.

Fontes próximas ao governo dizem que o representante telefonou para Donald Trump na semana passada e que o principal pedido foi a retomada das negociações. A Casa Branca não confirmou a informação.


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Em entrevista ao Conexão Record News, Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, afirma que “o Paquistão sabe perfeitamente que o governo iraniano foi para uma ala mais radical” e, portanto, tenta fazer uma mediação e acalmar a situação antes que ela piore.

“A pressão americana está produzindo dentro do Irã mais radicalização. Em vez de acalmar o regime, agravou. Em vez de levar o regime para uma área mais moderada, agravou o regime iraniano”, diz Trevisan.


Apesar das tentativas de diplomacia, o Irã prometeu interromper todas as exportações de petróleo do golfo se a guerra econômica continuar. Teerã também emitiu um novo alerta à navegação, proibindo a passagem de navios pelo estreito de Ormuz sem permissão.

O Irã ainda listou 45 embarcações que violaram as normas e ameaçou com retaliação qualquer transferência de carga entre esses navios. O Ministério das Relações Exteriores também advertiu que países que apoiarem a campanha de pressão econômica dos Estados Unidos poderão sofrer consequências.

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