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Obama: "não podemos ficar neutros diante de agressão da Rússia à Ucrânia"

Internacional|Do R7

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Varsóvia, 4 jun (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reafirmou nesta quarta-feira o apoio do governo americano à Europa central e do leste diante de qualquer ameaça, e disse que as "nações livres não podem permanecer neutras perante a agressão da Rússia à Ucrânia" nem de "violações de soberania". "Não aceitamos a ocupação da península da Crimeia ou a violação da soberania da Ucrânia. Nossas nações livres estarão ombro com ombro diante de novas provocações russas", disse Barack Obama em discurso no centro de Varsóvia. A Rússia, acrescentou, sofrerá "mais isolamento" se mantiver essas provocações. Obama, que anunciou ontem um plano para reforçar a presença militar americano no leste da Europa, assegurou que a "Polônia nunca estará sozinha, como também não estarão Estônia, Letônia, Lituânia e Romênia". "Sei que no passado os poloneses foram abandonados por seus aliados na hora das dificuldades, por isso vim dos Estados Unidos, em nome da Otan, para reafirmar nosso compromisso com a segurança da Polônia", explicou Obama, que ressaltou que "um ataque a um aliado é um ataque ao conjunto da Aliança". "Os dias dos impérios e das zonas de influência chegaram ao seu fim, os países maiores já não podem intimidar os menores e impor sua vontade com as armas", disse o líder americano entre aplausos dos presentes. Obama fez as declarações durante o ato de comemoração dos 25 anos das primeiras eleições parcialmente livres na Polônia, que abriram os caminhos para a liberdade política e econômica no país. "Não se pode esquecer que a faísca de grande parte das mudanças que revolucionaram a Europa em 1989 partiram da Polônia", destacou o presidente dos Estados Unidos. EFE nt/dk

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