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Surto de hantavírus em cruzeiro: OMS confirma seis casos e alerta para riscos

Monitoramento da situação e repatriação de passageiros estão em andamento

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um surto de hantavírus em um cruzeiro contaminou oito pessoas; três delas morreram.
  • Há seis casos confirmados da variação di vírus chamada Andes.
  • Passageiros e tripulantes estão sendo monitorados, com repatriação prevista para cidadãos americanos.
  • Há risco moderado para os ocupantes do navio, e baixo para a população mundial.

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Tubo de ensaio rotulado como 'hantavírus positivo' Dado Ruvic/Reuters - 07.05.2026

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta sexta-feira (8) que oito pessoas foram contaminadas — três delas morreram — em um surto de hantavírus ligado a um cruzeiro. Há seis casos confirmados e dois considerados prováveis.

Segundo a OMS, seis dos casos foram confirmados como vírus Andes, um tipo de hantavírus, por meio de testes PCR.


O navio tinha 147 passageiros e tripulantes a bordo quando o surto foi relatado pela primeira vez, em 2 de maio, enquanto outros 34 já haviam deixado a embarcação.

Quatro pacientes permanecem hospitalizados na África do Sul, na Holanda e na Suíça, enquanto um caso suspeito enviado para a Alemanha testou negativo.


Em um comunicado separado, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDCs) reiteraram nesta sexta que o país monitora de perto a situação dos viajantes norte-americanos a bordo do cruzeiro.

O CDC informou que planeja retirar os passageiros norte-americanos a bordo do navio em um voo de repatriação médica do governo dos EUA para Omaha, Nebraska.


Segundo a operadora de cruzeiros Oceanwide Expeditions, há 17 cidadãos dos EUA a bordo da embarcação.

O navio partiu de Cabo Verde no dia 6 de maio e segue para as Ilhas Canárias, na Espanha, onde os passageiros devem desembarcar.


A OMS afirmou que o risco para a população mundial em geral é baixo, mas para passageiros e tripulantes do navio é moderado.

A agência afirmou que o primeiro caso pode ter sido infectado antes do embarque, possivelmente durante uma viagem à Argentina e ao Chile, com posterior disseminação provavelmente ocorrendo a bordo do navio.

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