EUA receberam alerta de suposto plano para matar Trump antes de manobra do Air Force One
Israel alertou Washington diversas vezes ao longo do ano sobre possíveis ameaças do Irã contra o presidente; especialista analisa
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Os Estados Unidos receberam diversos alertas de Israel sobre supostas ameaças de assassinato do Irã ao presidente Donald Trump. Fontes próximas ao governo norte-americano afirmaram que a última denúncia foi feita antes da manobra secreta com o Air Force One na Turquia.
De acordo com os alertas repassados às agências de inteligência dos Estados Unidos, foram incluídos possíveis planos para atirar em Trump com um franco-atirador ou recrutar alguém para atacá-lo com uma faca durante um grande evento no país.
Veja Também
As informações começaram a circular em junho de 2025 e se intensificaram antes do começo da guerra no Oriente Médio, em fevereiro de 2026. O alerta mais detalhado foi enviado às vésperas da cúpula da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em junho deste ano.
O professor de relações internacionais Kleber Galerani, em entrevista ao programa Conexão Record News, acredita que pode haver algum interesse político no alerta feito por Israel.
“O primeiro ponto que eu chamo a atenção é que a inteligência não é apenas informação, mas também é uma forma de influenciar e moldar comportamentos. Quem, de algum modo, fez com que essas informações chegassem até a inteligência norte-americana foi a inteligência do Estado de Israel. E, quando há esse fornecimento de informações, há também uma busca de tentar moldar a reação e também indicar: ‘O Irã são os vossos inimigos, e nós os amigos’. E, nesse contexto, é uma busca também de chamar a atenção e o apoio para a causa israelense”, argumenta.
Por mais que não haja, por parte de Washington, uma confirmação de que as ameaças são reais, Kleber Galerani aponta que procedimentos foram tomados pela Casa Branca para proteger o presidente.
“A inteligência norte-americana não confirmou se a ameaça era real, mas houve mudança nos planos e na estratégia, o que indica que a informação que chegou por meio de Israel foi considerada importante pelos Estados Unidos. Quando a ameaça não é confirmada, mas é plausível, o protocolo fala mais alto”, completa.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!













