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‘País arruinado’: Trump critica Espanha e diz que chegada de migrantes em Ceuta é ‘triste’

Republicano já havia atribuído a situação às ‘leis fracas’ e à ‘má gestão’ do governo de Pedro Sánchez

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump criticou a Espanha, chamando-a de "país arruinado" devido à crise migratória em Ceuta.
  • Trump mencionou que a Espanha não cumpre suas obrigações financeiras com a OTAN.
  • Ele destacou que a situação em Ceuta é "triste de se ver" e comparou com os problemas do Reino Unido.
  • O ex-presidente atribuiu a crise às "leis fracas" e à "má gestão" do governo espanhol.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump mencionou a decisão que impede a repatriação de migrantes como um fator para a crise Evelyn Hockstein/Reuters - 02.09.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, referiu-se à Espanha como um “país arruinado”, em alusão à crise em Ceuta, após afirmar que a travessia em massa de migrantes vindos do Marrocos “é triste de se ver”.

“A Espanha será um país arruinado. Eu tive meus próprios problemas com a Espanha porque ela não se comporta muito bem em relação à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Ela não paga o que deveria pagar”, afirmou o líder norte-americano em entrevista ao canal britânico GB News, na qual se referiu à crise em Ceuta.


O que está acontecendo lá é muito triste de se ver”, afirmou ele sobre a situação na cidade autônoma, após destacar que o Reino Unido tem “seus próprios problemas”, mas “não tem milhares de pessoas invadindo seu país dessa maneira”. “Nunca vi nada parecido”, concluiu Trump.

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O chefe da Casa Branca já havia se referido à crise em Ceuta nos primeiros dias da chegada em massa de cerca de 80 mil migrantes vindos do Marrocos, quando atribuiu a situação às “leis fracas” e à “má gestão” do governo de Pedro Sánchez, depois de afirmar que as autoridades espanholas “não sabiam o que fazer” diante da chegada em massa de pessoas.


Trump, então, fez referência à interpretação de que a decisão da Suprema Corte espanhola, de julho, proíbe a repatriação de migrantes que chegam a nado — questão que, justamente, foi apontada pelo governo da Espanha como exemplo das notícias falsas que promoveram a entrada em massa de migrantes.

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