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Países da América do Sul firmam acordo para combater avanço do crime organizado

Plano foi assinado em Santiago por representantes de Chile, Argentina, Peru, Equador e Bolívia

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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  • Representantes de Chile, Argentina, Peru, Equador e Bolívia assinaram um acordo em Santiago para combater o crime organizado.
  • O plano inclui medidas em cinco áreas prioritárias, como troca de informações de inteligência e controle fronteiriço.
  • O chanceler chileno destacou que o crime organizado ameaça a governança e a segurança, e que esforços nacionais são insuficientes.
  • A cooperação ocorre enquanto a Colômbia enfrenta confrontos entre guerrilheiros, não participando do grupo de países.

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A cooperação acontece em meio ao avanço dos confrontos na Colômbia Fernando Frazão/Agência Brasil - Arquivo

Representantes de Chile, Argentina, Peru, Equador e Bolívia assinaram, nesta quinta-feira (28), um acordo para criar um plano de combate ao crime organizado nos países, em um encontro em Santiago, capital chilena.

O plano busca elaborar “medidas concretas, mensuráveis e verificáveis em cinco áreas prioritárias”, como a troca de informações entre serviços de inteligência, polícias e promotorias, além da coordenação e controle fronteiriço, rastreamento de recursos financeiros ilícitos e cooperação entre órgãos técnicos nacionais. Os cinco países vão se reunir novamente em 180 dias para avaliar o trabalho e os avanços no período.


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O chanceler chileno Francisco Pérez Mackenna declarou que o crime organizado se consolidou como uma das principais ameaças à “governança, à segurança das pessoas, à estabilidade institucional e ao desenvolvimento” e que os esforços nacionais são insuficientes para resolver a questão.

A cooperação acontece em meio ao avanço dos confrontos na Colômbia, que não participa do grupo. Hoje, pelo menos 52 guerrilheiros foram mortos em um embate entre grupos rivais que disputam o controle de uma região estratégica para o tráfico de cocaína do país, segundo a Reuters. As tensões ocorrem às vésperas das eleições presidenciais no país, que acontecem no domingo.

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