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Paquistão condena 10 à prisão perpétua por ataque a Malala

Jovem ativista foi alvejada na cabeça por homens do Talibã

Internacional|Da Ansa

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Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014
Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014

Um tribunal antiterrorismo do Paquistão condenou nesta quinta-feira (30) um grupo de 10 pessoas à prisão perpétua pelo atentado cometido contra a jovem ativista Malala Yousafzai, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2014.

Quando tinha 15 anos, a jovem foi alvejada na cabeça, em 19 de outubro de 2012, por membros do Talibã no Paquistão, que se opunham ao direito da educação das mulheres.


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O ataque ocorreu enquanto Malala voltava da escola em Mingora, no vale do Swat, onde vivia com sua família. Outras duas estudantes, Kainat e Shazia, também ficaram feridas.

Malala correu risco de vida e foi tratada em um hospital da Inglaterra, país onde vive e estuda atualmente.

Os 10 condenados hoje tinham sido presos por membros do Exército paquistanês em setembro de 2014. Eles foram acusados de tentativa de homicídio.

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