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Primeiro-ministro iraquiano convoca reservistas para lutar contra insurgentes

Internacional|Do R7

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Bagdá, 19 jun (EFE).- O primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, decidiu nesta quinta-feira convocar os reservistas do exército para lutar contra a insurgência sunita, liderada pelo grupo jihadista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL). Em um comunicado divulgado por seu gabinete, Maliki, como chefe das Forças Armadas, convocou os oficiais de categoria de general-de-brigada ou superior, e anunciou um salário de 500 mil dinares (cerca de R$ 969) para civis voluntários. "Em vista das circunstâncias pelas quais o Iraque está passando e a reestruturação do Exército iraquiano, e mediante um processo de avaliação da situação atual das Forças Armadas, chamamos os reservistas que estão sob ordens da direção geral de Guerreros ou à espera de aposentadoria", indicou no comunicado. Está previsto que sejam avaliadas as capacidades e competências destas pessoas durante um período de três meses antes que seus superiores decidam mantê-los em combate ou jubilá-los. Em outro comunicado, al-Maliki decidiu atribuir um salário mensal de cerca de R$ 968 a todos os voluntários que se aproximaram estes dias aos centros de recrutamento para oferecer-se a lutar contra a insurgência sunita. O chefe de governo também estipulou outros R$ 243,30 mensais por voluntário para o subsídio de alimentos. "Os salários e as prestações para os voluntários são uma recompensa que se ajusta às leis do Ministério da Defesa", detalhou. Esta decisão ocorre após a tomada do EIIL no último dia 10 de Mossul, a segunda cidade do país. Esta organização jihadista se impôs em várias zonas do norte do país e avançou rumo à capital, depois que vários oficiais tenham abandonado o campo de batalha, criando caos nas fileiras, e tenham sido castigados por não oferecer resistência. EFE sy/ff

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