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Protestos no Rio têm novo dia de confrontos; PM confirma 17 detidos

Internacional|Do R7

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Rio Janeiro, 1 out (EFE).- Os protestos iniciados por um grupo de professores no Rio de Janeiro, ao qual se uniram mais tarde membros do movimento conhecido como "Black Block", tiveram nesta terça-feira seu segundo dia consecutivo, marcado por atos de violência na região da Cinelândia, no centro da cidade. Em frente à Câmara Municipal, houve confrontos entre policiais e manifestantes, alguns deles professores que reivindicavam melhorias no Plano de Cargos e Salários elaborado pela prefeitura. Apesar das reivindicações dos professores, o projeto de lei foi aprovado hoje pelo governo municipal e agora terá que ser sancionado pelo prefeito Eduardo Paes. A votação do projeto se desenvolveu em um ambiente de tensão dentro e fora da Câmara Municipal. A Polícia Militar (PM) usou balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes, e houve feridos. O gás entrou na Câmara Municipal e vários funcionários foram obrigados a abandonar o edifício. Em prédios comerciais próximos, trabalhadores evitaram ir para casa durante o tumulto. Um idoso de 97 anos disse ter sido atingido por bomba atirada por um policial militar. Alguns vândalos que usavam máscaras quebraram vidros de agências bancárias e provocaram danos ao mobiliário público. Em nota oficial, a PM informou que 17 pessoas foram detidas, sendo que duas delas tinham mandado de prisão por roubo a mão armada. Por volta das 23h, a avenida Rio Branco, que teve um trecho fechado por manifestantes, já estava totalmente liberada ao tráfego, segundo o Centro de Operações da Prefeitura. EFE ass/id (foto)

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