Quais países estão de cada lado? Os aliados por trás da guerra no Oriente Médio
Irã recebe apoio do Hezbollah e Hamas, enquanto EUA e Israel contam com aliados como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos
Internacional|Do R7
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A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã evidenciou uma rede de alianças e rivalidades no Oriente Médio. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, países que não participam diretamente dos confrontos foram atingidos por retaliações após demonstrarem apoio a um dos lados.
Enquanto o Irã conta com o apoio militar dos grupos Hezbollah e Hamas, os Estados Unidos e Israel preservam alianças históricas com países como Emirados Árabes Unidos.
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Estados Unidos e Israel
Do lado dos Estados Unidos e Israel, há relações históricas, políticas, militares e econômicas, como a Arábia Saudita, que já se posicionava contra o Irã no Oriente Médio e mantém laços estreitos com o Ocidente.
Os Emirados Árabes Unidos também integram o grupo, abrigando estruturas importantes para operações militares, assim como Bahrein e Kuwait abrigam bases militares dos EUA. Já a Jordânia e o Egito preservam a aliança histórica com Washington.
Irã
Embora não sejam alianças formais, o Irã acumula apoio de grupos armados e organizações consideradas terroristas por diversos países ocidentais. Entre os principais apoiadores está o Hezbollah, grupo xiita do Líbano que, apesar de não representar oficialmente o governo libanês, tem capacidade militar significativa e histórico de confrontos com Israel.
Outros nomes relevantes para o apoio iraniano são os houthis, que operam no Iémen e controlam áreas estratégicas do país, incluindo a capital, e o Hamas, que atua nos territórios palestinos e também mantém relação com o Irã graças à oposição aos israelenses.
Quem apoia os EUA e Israel no Oriente Médio:
- Arábia Saudita
- Bahrein
- Egito
- Emirados Árabes Unidos
- Jordânia
- Kuwait
Quem apoia o Irã no Oriente Médio:
- Hamas
- Hezbollah
- Houthis
Um mês de guerra
Neste sábado (28), o conflito no Oriente Médio completa um mês com mais de 1.900 mortos e cerca de 20 mil feridos, segundo a Cruz Vermelha. Entre as mortes confirmadas está a do líder supremo Ali Khamenei, morto por ataques americanos e israelenses no primeiro dia da ofensiva. A morte do aiatolá serviu como motivo de retaliação iraniana, dando início a uma série de ataques aos países aliados dos Estados Unidos e de Israel.
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