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'Receio que o tempo seja curto', diz pai de duas das crianças presas em bondinho no Paquistão

Seis crianças e dois adultos estão dependurados a uma altura de 300 metros há pelo menos dez horas, e a escuridão se aproxima

Internacional|Do R7

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Grupo de pessoas está preso a uma altura de 300 metros
Grupo de pessoas está preso a uma altura de 300 metros

O pai de duas das crianças que ficaram presas em um bondinho na localidade de Pashto, um vilarejo na província de Khyber Pakhtunkhwa, no Paquistão, afirmou à rede de notícias BBC: "Receio que o tempo para a operação seja curto". Os filhos dele, assim como outras quatro crianças e dois adultos, ficaram presos a uma altura de 300 metros.

O grupo, com crianças com idade entre 10 e 16 anos, está dependurado há pelo menos dez horas. Além de helicópteros que tentam chegar com homens que fazem rapel até o bondinho, existem equipes de resgate em solo, porque o vento é forte na região.


"No momento, uma nova corda está sendo preparada para ser colocada, mas isso pode levar tempo", diz o pai das vítimas, Maulana Abdul Qayyum. "Milhares de pessoas estão empenhadas no trabalho de colocar a corda", acrescentou.

Ele disse, ainda, que a noite está chegando, e a operação pode se tornar muito difícil. "As coisas vão ficar fora de controle."


O celular de um dos irmãos, Gulfraz, estava funcionando antes, mas agora está mudo.

Militares correm contra o tempo para resgatar crianças presas em bondinho a 300 m de altura

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