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Rubio diz que fim do bloqueio em Ormuz depende do Irã: ‘Ninguém aqui está implorando por paz’

Teerã estaria perdendo milhões de dólares diariamente devido ao bloqueio americano pelo estreito

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Marco Rubio afirma que o bloqueio no estreito de Ormuz só será encerrado se o Irã interromper o controle de embarcações na região.
  • Rubio nega que o Irã esteja mais forte, alegando que o país foi "destruído militarmente" pelos EUA.
  • O Irã estaria perdendo milhões de dólares diariamente devido ao bloqueio americano em Ormuz.
  • Rubio também comentou sobre Cuba, afirmando que a crise energética não é causada pelo bloqueio dos EUA, mas pela falta de investimento em infraestrutura.

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Rubio também comentou que a crise de Cuba não é culpa do bloqueio americano Evan Vucci/Reuters - 02.06.2026

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o bloqueio marítimo norte-americano no estreito de Ormuz só será encerrado quando o Irã também interromper o controle de embarcações na região.

“Ninguém aqui está implorando por acordo de paz. Se alguém está implorando, são os iranianos”, disse, ao ser questionado no Senado na tarde desta terça-feira (2).


Rubio negou que Teerã esteja mais forte atualmente do que antes do início da guerra, repetindo argumentos de que o país persa teria sido “destruído militarmente” pelos EUA e que não haverá alívio de sanções econômicas.

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Ele evitou comentar questionamentos sobre a operação norte-americana realizada no ano passado, quando foi dito que o programa de mísseis iraniano teria sido “completamente detonado”.


Segundo o secretário, o Irã “está perdendo milhões de dólares por dia” com o bloqueio americano em Ormuz.

Sobre política externa, Rubio comentou ainda sobre a situação de Cuba, alegando que o país “não é controlado pelo governo, mas por militares”.


Ele rejeitou alegações de que o bloqueio dos EUA seja responsável pela crise energética e humanitária na ilha, afirmando que os apagões em massa já aconteciam há muito tempo.

“O motivo é que os cubanos não investem dinheiro em infraestrutura de energia e esperam receber de graça, como faziam quando Nicolás Maduro estava no poder na Venezuela. A realidade não é assim”, disse.

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