Logo R7.com
RecordPlus

Rússia promete resposta 'forte' e 'dolorosa' a sanções dos EUA

Alemanha, Austrália, Canadá, Japão, Reino Unido e União Europeia também anunciaram medidas restritivas à economia russa

Internacional|Do R7

  • Google News
Vladimir Putin não foi alvo direto de sanções impostas pelos Estados Unidos
Vladimir Putin não foi alvo direto de sanções impostas pelos Estados Unidos

A Rússia prometeu, nesta quarta-feira (23), uma resposta "forte" e "dolorosa" às sanções anunciadas pelos Estados Unidos, depois que o presidente Vladimir Putin reconheceu a independência de duas regiões separatistas ucranianas.

"Que não haja qualquer dúvida: haverá uma resposta forte a essas sanções, não necessariamente simétricas, mas bem calculadas e dolorosas para os Estados Unidos", declarou o Ministério russo das Relações Exteriores em um comunicado.


Na última terça-feira (23), os Estados Unidos anunciaram uma "primeira rodada" de sanções para bloquear o acesso da Rússia aos mercados financeiros ocidentais, advertindo que há medidas adicionais "sobre a mesa", no caso de uma escalada na Ucrânia. 

Um funcionário de alto escalão do governo americano indicou que o conjunto do sistema financeiro russo pode ser objeto de sanções. 


"A Rússia mostrou que, com todo o custo que as sanções implicam, é capaz de minimizar os danos que causam", rebateu a diplomacia russa, afirmando que a pressão dessas medidas punitivas "não pode influenciar a vontade da Rússia de defender firmemente seus interesses". 

[embed id="6216923f416eb9c1f10002fc" author="Arte%2FR7" dimensions="100" crop="" description="" title="" url="" namespace="images" image_with_link="false" link_name_image="" target_image="_self" size_amp="771x1093" device_type="mobile+desktop"]

A Rússia denunciou uma "chantagem e intimidação" por parte dos Estados Unidos, mas afirmou que continua "aberta a uma diplomacia baseada nos princípios do respeito mútuo, da igualdade e da consideração de interesses mútuos", acrescentou o ministério.

Sanções também foram anunciadas por União Europeia, Japão, Austrália, Canadá, Alemanha e Reino Unido. A mais contundente das medidas foi a decisão de Berlim de congelar a certificação do gasoduto Nord Stream 2. Já concluído, ele aumentaria o fluxo de energia da Rússia para a Alemanha.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.