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Sargento dos EUA cometeu homicídio premeditado no Iraque, diz juiz

Internacional|Do R7

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TACOMA, Estados Unidos, 13 Mai (Reuters) - Um militar dos EUA que confessou o assassinato de cinco colegas numa clínica do Iraque agiu de forma premeditada, disse um juiz militar na segunda-feira, numa decisão que deve resultar na pena de prisão perpétua.

Num acordo judicial que deve lhe poupar da pena de morte, o sargento John Russell confessou no mês passado ter assassinado em 2009 dois oficiais médicos e três soldados no quartel Liberdade, em Bagdá, num crime que, segundo os militares, pode ter sido desencadeado pelo estresse de combate.


Russell foi submetido a uma corte marcial abreviada na Base Conjunta Lewis-McChord, no Estado de Washington (oeste dos EUA), para determinar seu grau de culpa e se ele agiu com premeditação, como diziam os promotores, ou por impulso, como alegava a defesa.

O estado de espírito de Russell antes, durante e depois do ataque esteve no centro do processo judicial que corre há cerca de um ano.


Em sua decisão, o juiz, coronel David Conn, acatou a versão da promotoria, que acusa Russell de ter buscado uma forma rápida de sair do Exército, e então se vingado de um profissional psiquiátrico que não o ajudou a conseguir isso.

O homicídio premeditado sempre acarreta a prisão perpétua, mas ainda falta decidir se Russell poderá ter direito a sursis. A sentença é esperada até o final da semana.

(Por Eric M. Johnson)

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