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Soldados bolivianos presos no Chile não aceitarão liberdade condicional

Internacional|Do R7

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Caracas, 28 fev (EFE).- Os três soldados bolivianos acusados de entrar ilegalmente no Chile não aceitarão a liberdade condicional na audiência judicial desta sexta-feira, anunciou na Venezuela o ministro das Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca. "Tenho a informação de que amanhã (sexta-feira) há uma audiência que querem resolver com a liberdade condicional. Nossos soldados não podem aceitar isso porque têm certeza que estavam cumprindo uma missão de luta contra o contrabando", disse à Agência Efe o chanceler boliviano. Por isso, Choquehuanca descartou que a defesa chilena dos três soldados tenha entrado em acordo com o Ministério Público para uma solução desse teor a fim de permitir a volta dos militares à Bolívia. "Não foi alcançado nenhum acordo. Nós não vamos chegar a nenhum acordo. O que nós queremos é a imediata liberdade incondicional dos nossos soldados", insistiu. O chanceler boliviano sustentou que os três soldados foram "obrigados" a assinar um termo para que renunciassem à assistência consular do seu país, apesar de ser um "direito irrenunciável", ressaltou. Por outro lado, o ministro do Interior do Chile, Andrés Chadwick, disse nesta quinta-feira que seu Governo descarta a via política ou a diplomacia, como reivindicaram as autoridades bolivianas e alguns setores da oposição chilena, mas vê "com bons olhos" a nova audiência para que as duas partes cheguem a "uma solução judicial e jurídica". EFE arv/pa

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