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Tempestade tropical Karen avança para costa dos EUA no Golfo do México

Internacional|Do R7

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Por Jane Sutton

MIAMI, 3 Out (Reuters) - A tempestade tropical Karen formou-se no sudeste do Golfo do México nesta quinta-feira e deve atingir instalações de petróleo dos Estados Unidos na região antes de chegar ao litoral de Louisiana e da Flórida, informou o Centro Nacional de Furações dos EUA.


Empresas de energia no Golfo começaram a interromper a produção nesta quinta e estavam retirando alguns funcionários que estavam embarcados em plataformas, à medida que Karen se aproxima da região que produz quase um quinto da produção diária de petróleo dos EUA.

Três dias após o início de uma paralisação do governo norte-americano devido à falta de financiamento por um impasse no Congresso, a agência federal responsável por responder a desastres começou a chamar de volta ao trabalho funcionários que estavam em licença não remunerada por causa da tempestade.


Karen, a primeira tempestade a ameaçar a costa dos EUA na temporada de furacões deste ano, tinha ventos máximos de 105 km/h e estava centralizada cerca de 695 km ao sul da foz do rio Mississipi.

A tempestade estava se movendo na direção norte-noroeste e tinha previsão de fazer uma curva para o norte. Moradores do litoral podem começar a sentir os efeito de Karen na sexta-feira à noite, e o centro da tempestade deve atravessar o litoral a leste da fronteira Mississippi-Alabama, no domingo.


Foi emitido um alerta de furacão para a costa a partir de Grand Isle, Louisiana, até Indian Pass, na Flórida, alertando moradores sobre as condições esperadas para as próximas 48 horas.

Karen pode tornar-se furacão se seus ventos contínuos atingirem velocidade de 119 km/h. Isso está previsto para acontecer na sexta-feira.


Chuva forte está prevista para toda costa do norte do Golfo do México, e também pode haver chuva intensa em partes de Cuba e da península mexicana de Yucatán nos próximos dias.

Os meteorologistas do Centro de Furações dos EUA foram excluídos da paralisação do governo porque o trabalho deles é considerado vital para proteger a vida e a propriedade.

(Reportagem adicional de Kristin Hays, em Houston, e Mark Felsenthal, em Washington)

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