Tensões no Irã: ‘O conflito que era regional não se tornará mais regional’, diz especialista
França ampliou seu arsenal nuclear em resposta à guerra no Oriente Médio; outros países também projetam a mesma postura
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Após o anúncio da França sobre a ampliação do seu arsenal atômico, em resposta às tensões no Irã, o economista e especialista em relações internacionais Igor Lucena explicou como o caso exemplifica uma preocupação mundial.
“A gente imagina que o conflito que era regional não se tornará mais regional [...] a França não tem interesse em utilizar as armas nucleares contra o Irã ou qualquer inimigo. Hoje, a expansão das ogivas nucleares dessas armas é o que a gente chama de defesa de impacto [...] ou seja, qualquer nação teria medo de atacar a França ou países que são considerados potências atômicas porque entendem que poderão receber um ataque nuclear de volta”, expressou o especialista.
Igor Lucena ainda ressaltou que o pensamento de segurança nuclear agora está interligado à admissão de arsenais nucleares — caminho oposto ao que havia sido acordado no final da União Soviética.
“A gente está vendo muito pelo contrário, a China quer aumentar a sua potência nuclear, outros players como Paquistão, Índia e Reino Unido também devem seguir esse movimento e aumentar a sua capacidade”, afirmou.
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