Logo R7.com
RecordPlus

Trump diz que acordo sobre Ormuz é melhor que pedágio e trará investimento para os EUA

Presidente dos EUA negou arrependimento sobre o memorando de entendimento com o Irã para tentar encerrar a guerra

Internacional|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump defende troca de pedágio no estreito de Ormuz por acordos comerciais e investimentos dos países do Golfo nos EUA.
  • Autoridades americanas conversaram com Kuwait, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e outros sobre investimentos nos EUA.
  • Trump nega arrependimento sobre memorando com o Irã e menciona destruição da capacidade militar iraniana pelos EUA.
  • Discussões sobre sanções contra Irã, Hezbollah e Rússia, sem planos atuais de sanções contra a China.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump não deu detalhes sobre como funcionariam os novos acordos comerciais Umit Bektas/Reuters - 08.07.2026

O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu sua decisão de trocar a cobrança de um pedágio de 20% pela navegação no estreito de Ormuz por acordos comerciais e de investimentos com países do Golfo, em comentários a repórteres nesta tarde.

“Não gosto da ideia de cobrar uma taxa; não acho que qualquer um deveria cobrar a passagem por uma rota marítima internacional. Ninguém deveria receber nada por esse controle. Nós só receberíamos como reembolso”, disse o republicano.


“Nunca me pareceu justo defender o estreito de Ormuz sem receber nada em troca, mas o novo acordo é muito melhor e teremos bilhões de dólares investidos na indústria dos EUA”.

Veja Também

Investimentos nos EUA

Segundo Trump, autoridades americanas conversaram com o Kuwait, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e outros países do Golfo, e todos teriam aceitado ampliar investimentos já existentes nos EUA.


Trump, contudo, não deu detalhes sobre como funcionariam os novos acordos comerciais.

Questionado, o presidente enfatizou que “seria injusto” ter que defender todas as embarcações, incluindo as de países como a China, e garantir a navegação segura da rota marítima sem receber por isso.


Trump negou ter qualquer arrependimento sobre o memorando de entendimento com o Irã para tentar encerrar a guerra e os compromissos assumidos pelos EUA, como a retirada temporária de sanções sobre o petróleo iraniano — que começou no fim de junho e terminou na semana passada.

“Quis dar aos iranianos uma chance de fazer um acordo, mas eles atiraram primeiro”, disse.


O republicano também descartou preocupações com ofensivas do Irã contra países vizinhos no Oriente Médio, afirmando que os americanos destruíram “quase toda a capacidade militar iraniana”.

O presidente afirmou ainda que pode adicionar o Irã e o Hezbollah, grupo militante do Líbano, no pacote de sanções contra a Rússia que está sendo discutido no Congresso.

Sobre a China, ele se limitou a dizer que o governo não prepara no momento sanções secundárias contra Pequim.

Os comentários aconteceram após reunião entre Trump e o primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, no Salão Oval da Casa Branca.

Na ocasião, o americano classificou o Irã como um “oponente” em comum dos EUA, do Iraque e de países do Oriente Médio, afirmando que o país persa seria o “bully” — termo em inglês para “valentão” que intimida outros — da região.

“Mas o Iraque não terá mais esse problema, porque o Irã foi desestabilizado”, disse o republicano.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.