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Trump diz que Irã pediu reunião para terça (30) em Doha, apesar de negativa anterior de Teerã

Negociador iraniano havia afirmado que não há reuniões marcadas para a semana e negou relatos sobre encontro

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump afirmou que o Irã solicitou uma reunião entre os dois países para ocorrer em Doha.
  • O posicionamento de Trump contradiz o negociador iraniano, que negou a existência de tal reunião.
  • Trump destacou a queda nos preços do petróleo e combustíveis nos EUA.
  • O presidente americano mencionou altos índices de aprovação, atribuindo-os à sua política nuclear em relação ao Irã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump destacou a queda nos preços do petróleo e combustíveis nos EUA Ken Cedeno/Reuters - 26.06.2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (29) que o Irã solicitou uma reunião entre os dois países, marcada para ocorrer na terça-feira (30) em Doha, no Catar.

“O Irã pediu uma reunião. Ela acontecerá amanhã em Doha!” escreveu em breve publicação na Truth Social.


A declaração contradiz o posicionamento adotado mais cedo por Teerã.

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Nesta manhã, o principal negociador iraniano e vice-ministro das Relações Exteriores para Assuntos Jurídicos e Internacionais, Kazem Gharibabadi, afirmou que não há reuniões técnicas previstas nesta semana e negou relatos sobre um encontro em Doha.


Pouco antes de anunciar a suposta reunião, Trump também destacou a queda dos preços do petróleo e dos combustíveis nos Estados Unidos.

“O petróleo WTI está em US$ 69 (cerca de R$ 358, na cotação atual) e continua caindo”, escreveu, acrescentando que a cotação está abaixo do nível registrado antes do início do processo de “desnuclearização do Irã”.


Em outra publicação, afirmou que “os preços da gasolina estão caindo rapidamente” e pediu que consumidores denunciem eventuais abusos praticados no varejo.

O presidente americano também declarou que atingiu seus maiores índices de aprovação desde que assumiu o cargo.


“Os números das pesquisas são os mais altos de todos os tempos, até maiores do que no dia da eleição, em 5 de novembro”, escreveu, atribuindo o resultado, entre outros fatores, à sua política em relação ao programa nuclear iraniano. “O Irã não terá uma arma nuclear!”, acrescentou.

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